7 de setembro de 2010

MINORIA


Fica a pergunta:


Nos dias de hoje, qual o percentual de seres “humanos” que se comovem com as atrocidades cometidas contra as crianças, contra nossos semelhantes e contra os animais?


 O que vocês acham?
...humm   70%
...humm   50%
...humm   30%!

Infelizmente sou obrigado a aceitar o fato de que é uma minoria.
Ou que somos uma minoria.



Se eu vejo uma pessoa indefesa ser injustiçada, se eu vejo uma criança ser violentada ou abandonada, se eu vejo um animal ser maltratado e sacrificado, eu me comovo e sofro com isto. Não consigo e nem quero imaginar a minha esposa sendo agredida, ou os meus filhos sendo violentados ou os meus bichos sendo esquartejados.

Daí procuro me refugiar com os que compartilham comigo deste inconformismo e sempre faço a mesma pergunta: Qual a origem disto tudo? Nossa incompetência como sociedade? Nossos governantes? O capitalismo selvagem ou o socialismo desvirtuado? Educação? Cultura? Pudera ...



Os mais “místicos” (... eu sou meio a meio), alegam que está por chegar uma nova era, onde os valores estarão baseados no “saber e na espiritualidade” e não no “ter ou no materialismo”... Será? Será que algum dia conseguiremos valorizar alguém pelos seus sentimentos e atitudes, em vez de valorizá-lo apenas pelas suas posses ou pela sua empáfia?

Mas eu tenho uma fé enorme, de que logo seremos a maioria. Basta que nos unamos, que botemos a boca no trombone, que tenhamos princípios éticos e morais, que saibamos educar nossos filhos, que saibamos respeitar e preservar o nosso planeta, que sejamos “civilizados”.

. . . é tudo tão óbvio, não é mesmo?


Portanto   “” CONTEMO-NOS CONOSCO !!!! “”
(... pô!  Agora o nosso Professor Pasquale sentiu um arrepio na espinha...)

                           * * *


Um comentário:

  1. Grande Leandro!

    Parabens pelo blog! Vou sempre consultar!
    Concordo plenamente com o texto, alias, a ausencia dos jovens nos protestos contra qualquer tipo de violência nos dias de hoje nos assusta, pois parece que eles acham que tudo "normal", é tudo IN.
    Grande abraço,
    Jorge

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