8 de setembro de 2012

GUIAS


Temos acompanhado pela mídia as Paraolimpíadas 
(ou Paralimpíadas) de Londres. 
Belíssimas imagens e exemplos de superação.

Mas tem uma modalidade que me chama a tenção em especial que é a corrida para deficientes visuais. 

Acredito que nada simbolize mais o espírito olímpico do que o GUIA que vai ao lado do atleta.



GUIA sabe que seu esforço é pelo atleta, embora ambos se preparem por 4 longos anos ou mais para chegarem até lá.Ele (o GUIA) tem a enorme responsabilidade de incentivá-lo e orientá-lo com segurança até cruzarem a linha de chegada.  E ele também tem a consciência de que o vencedor, estatisticamente falando, será apenas o atleta.


Sabemos que podem ser vários os motivos que levam alguém a ser GUIA, mas de qualquer maneira sempre fica presente a ideia do desprendimento, da solidariedade e da doação sem a necessidade de reconhecimento pela grande mídia.


O TEXTO ABAIXO FOI RETIRADO  DA WIKIPÉDIA:
"Através do guia, o corredor irá saber se há imprevistos, se está saindo da pista, se há uma curva ou obstáculo que não se recorda, por meio de orientação sonora ou então palmas e assobios. O guia também pode utilizar do contato, enlaçando uma corda em seu pulso e no pulso do corredor ou então segurando a camisa do corredor, sempre de modo que não puxe com força ou faça movimentos bruscos e inesperados, podendo atrapalhar a corrida do deficiente visual. O ideal é que o guia esteja a uma distância que varia de 5 a 50 cm do atleta, dependendo do tipo de orientação que está fazendo".

Seria errado fazermos uma analogia com os deveres e obrigações dos pais de hoje em dia? ... PAIS-GUIAS ...

NA FOTO, PAI E FILHO



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