Na minha opinião, postar comentários na WEB é como usar uma zarabatana. A ideia é assoprar e atingir o alvo, mas as vezes, na hora do sopro, a gente quer encher o pulmão de ar e engole o dardo. Ou seja, morremos com o próprio veneno.
Quando compartilho algumas reflexões, via de regra intercaladas com ironias do nosso dia a dia, o retorno é imediato. Coniventes ou não.
E esta é a ideia, provocar ...
E esta é a ideia, provocar ...
Por várias vezes, me vi compelido a aceitar e concordar com os comentários que retornam, reconhecendo que deveria rever o que havia escrito.
Mas a gente também percebe que a intolerância e o fanatismo andam a solta por aí. Há de se ter muito cuidado com determinados assuntos.
Por exemplo: Fazer insinuações a respeito de preferências futebolísticas, políticas, religiosas ou étnicas ... é como andar num campo minado.
A coisa as vezes "pega"!
Por exemplo: Fazer insinuações a respeito de preferências futebolísticas, políticas, religiosas ou étnicas ... é como andar num campo minado.
A coisa as vezes "pega"!
Muitos não aceitam rever ou simplesmente argumentar sobre suas convicções, entendendo que estão acima de tudo e de todos. Acredito que este tipo de fanatismo deva ser uma arma perigosíssima nas mão de pessoas inescrupulosas. Basta olharmos os conflitos religiosos, as brigas entre torcidas, o racismo e por aí afora.
Tenho alguns grandes e verdadeiros amigos que divergem de mim o tempo todo. Divergência saudável com convivência leal
... acho que é por aí.
... acho que é por aí.
Ainda bem que estou acima de tudo isto, talvez por ser um privilegiado, afinal ...o meu time é o melhor do mundo; a minha religião é a única verdadeira; o meu partido é o mais coerente, só tem políticos honestos e sou de uma raça superior (pirimbu).
Como dizia aquela música do "Ultraje a Rigor":
EU ME AMO! NÃO POSSO VIVER SEM MIM.
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